Sopa de couve-flor e ervilha / Cauliflower and pea soup

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No último post eu falei sobre a minha paixão por sopas e caldos. O prato de hoje é uma continuação. Quase um festival! :-D

Apesar de o tema ser o mesmo, esses dois caldos não podiam ser mais diferentes. O caldo verde da semana passada é apimentado, defumado e super intenso. Essa sopa é o contrário, tem sabor simples e suave e até em textura é diferente. Mas não menos deliciosa!

Ingredientes:

  • 1 couve-flor grande lavada e picada
  • 1 pacote de ervilha congelada
  • 2 cebolas grandes picadas
  • 2 colheres de sopa de manteiga (opcional – não use caso queira uma sopa vegana)
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal a gosto

Antes de começar a fazer a sopa, retire o pacote de ervilhas do congelador.

Cozinhe as cebolas com o azeite em uma panela grande. Assim que estiverem tenras, adicione a couve-flor. Eu gosto de refogar os legumes antes de adicionar a água. Cozinhe a couve-flor junto com a cebola por alguns minutos e acrescente água aproximadamente 5 xícaras de água. Vá colocando aos poucos, já que a textura da sopa é escolha sua.

Assim que ela cozinhar, abaixe o fogo. Bata a sopa em um liquidificador ou use um mixer. Eu gosto de pedacinhos, mas você pode deixá-la bem homogênea, se preferir.

Confira o tempero. Junte as ervilhas e a manteiga e mexa bem. Eu adoro ervilhas congeladas, que são docinhas e deliciosas ainda frescas. Deixe-as no fogo só até esquentar.

Sirva imediatamente.

Essa receita rende aproximadamente 5 porções.


On the last post, I talked about my passion for soups. Today’s dish is another of these beauties.

Besides being the same type of dish, these two soups couldn’t be more different. The “caldo verde” from last week is spicy, smoky and intense. This soup is the opposite. The flavor is mild and simple and even the texture is not the same. But not less delicious!

Ingredients:

  • 1 large cauliflower – washed and chopped
  • 300g of fresh peas (I used them frozen. It’s not easy to find them fresh around here)
  • 2 large onions – chopped
  • 2 tablespoons of butter (optional – remove if vegan)
  • 2 tablespoons of olive oil
  • Salt to taste

Cook the onions with the olive oil on a big pot. As soon as they are tender, add the cauliflower. I like to stir fry the vegetables before adding water. Cook the cauliflower with the onions for a few minutes and add about 5 cups of water. Add them one at a time, so you can choose how runny your soup will be.

As soon as the cauliflower is cooked, turn the heat down. Puree the soup on a blender or using a mixer. I like some texture, but you can make it really smooth if you want.

Check the seasoning. Add the peas and the butter and stir well. I love fresh peas, so sweet and delicious! So just heat them up and turn the heat off.

Serve immediately.

This recipe yields about 5 portions.

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Almôndegas de ervilha / Pea meatballs

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Gente, que saudades!! Depois de meses de mil mudanças, complicações, burocracias, gatos pra lá e pra cá, finalmente estou na minha casa nova! :-D Pra quem não sabe, agora sou proprietária!! Vou ficar 30 anos pagando o meu apartamento, mas ele é meu, ele é lindo e ele tem jardim! Os gatos estão adorando!! As minhas amigas roomies também! Mais pra frente eu coloco umas fotos sortidas aqui de casa :-)

Empolgações à parte, o prato de hoje é uma variação em um tema que eu curto muito: almôndegas!

Já postei uma versão por aqui, mas estou à busca da receita perfeita. O tempero dessa vez ficou mais legal e a consistência, mais firme. E ficou gatinha, ó!

Ingredientes:

  • 1 1/2 xícara farinha de pão
  • 1 xícara de aveia
  • 1 lata ervilha
  • 1/2 xícara de quinoa crua
  • 2 ovos
  • 1/2 cebola picada bem fina (opcional)
  • 2 dentes alho amassados
  • ervinhas à gosto
  • sal à gosto

Ligue o forno a 180°C.

Não tem segredo. Misture tudo e confira o tempero. Faça bolinhas com a massa e espalhe em um tabuleiro untado.

Leve ao forno por aproximadamente 45 minutos, ou até dourarem.

A consistência é bem firme, elas ficam até crocantes. A quinoa dá uma textura incrível! Aqui em casa eu fiz um macarrão e reguei as almôndegas com bastante molho de tomate. Uma boa ideia é ferver o molho por uns cinco minutos com elas dentro da panela antes de servir.

Caso não queira comer com macarrão, rola um sanduíche maneiro também!

Essa receita rende aproximadamente 35 almôndegas pequenas.

Guys, it’s been so long! After moving a few times, dealing with tones of complications, loads of bureaucracy and having my cats all over the place, I’m finally at my new home! :-D I’ll spend about 30 years paying for the apartment but it’s mine, it’s beautiful and it has a garden! The cats love it and my roomates also! I’ll post some photos sooon :-)

Exciting news apart, today’s dish is a version of dear old meatballs. I’ve posted another one some time ago, but I’m searching for the perfect recipe, see? This time the seasoning was nicer and the consistency, firmer. And they look so cute!

Ingredients:

  • 1 1/2 cups of bread crumbs
  • 1 cup of oats
  • 200g of peas
  • 1/2 cup of uncooked quinoa
  • 2 eggs
  • 1/2 finely chopped onion (optional)
  • 2 cloves of garlic – smashed
  • fresh herbs to taste
  • salt to taste

Turn the oven on at 180°C.

There’s no secret. Mix everything up and check the seasoning. Make small balls with the mixture and spread them evenly on a greased tray.

Bake for about 45 minutes or until they start turning golden.

They turned out very firm, even crunchy. I cooked some pasta and served the meatballs on top wiht a lot of tomato sauce. A good idea is letting the meatballs soak for about 5 minutes on low heat inside the sauce pan before serving. In case you don’t want pasta, try a sub!

This recipe yields about 35 small meatballs.

Samosa com massa de arroz / Rice paper samosas

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Eu amo comida indiana. Morei na Índia por 6 meses quando era bem novinha e desde então, cultivo essa paixão. Minha mãe conta que eu fugia das opções de comida ocidental e mesmo tendo só cinco anos, me deliciava com as especiarias e até com a pimenta. Isso explica muita coisa, não é? ;-)

Ao longo do tempo, fui aprendendo a usar alguns temperos. Apesar de achar os pratos que eu faço bem legais, tenho a plena consciência da minha ignorância. Muita gente passa anos estudando milhares de especiarias, as melhores combinações e a época do ano na qual usar qual tempero. Eu só sei jogar tudo na panela e achar uma delícia. Mas pra mim, está ótimo! Rs

Essa versão de samosa é incrível! Para quem não sabe, samosas são pasteis indianos feitos com uma massinha de trigo e recheados com batata, ervilha e especiarias. Hoje em dia eles são famosos no mundo inteiro e servidos como uma opção super bacana de lanche.

Como a minha preguiça é imensurável, nunca tenho paciência de fazer a massa. Costumo usar massa de rolinho primavera, dessa que já vem pronta e congelada. Mas vi essa opção na internet e adorei a ideia de usar massa de arroz. Não faço mais ideia de onde vi, mas a pessoa genial que criou, bolou uma forma de deixar os pasteis mais fáceis de fazer e mais leves. E ainda incrivelmente saborosos e crocantes. A massa de arroz pode ser encontrada em lojas orientais e é muito versátil. Costumo usar para fazer rolinho primavera fresco. Como a massa é redonda, eu ignorei o formato original triangular e fiz os pasteis meio retangulares.

Também inovei na ervilha. A receita tradicional usa ervilha em grãos, mas eu tinha ervilha chata em casa e quis experimentar. E funcionou super bem! Deixei o vegetal tenro, mas crocante e a textura fez toda a diferença no pastel. Delícia!

Ingredientes:

  • 2 batatas
  • 2 punhados de ervilha chata
  • 1 cebola
  • 1 colher de chá de garam masala
  • 1 colher de chá de grãos de mostarda
  • 1 colher de chá de grãos de cominho
  • Azeite
  • Sal a gosto
  • 8 folhas de massa de arroz
  • 1 xícara de água morna

Cozinhe as batatas na água. Assim que ficarem tenras, pique em cubos bem pequenos.

Lave e pique as ervilhas. Tome o cuidado de retirar toda a fibra dos cantinhos.

Descasque e pique a cebola bem pequena. Em uma frigideira, coloque um pouco de azeite e cozinhe a cebola com uma pitada de sal e a masala. Assim que a cebola estiver dourada, acrescente as batatas. Após alguns minutos, junte as ervilhas. Cozinhe até que estejam tenras, mas crocantes.

Em uma panela separada, coloque uma colher de sopa de azeite, as sementes de mostarda e de cominho. Fique com a tampa em mãos desde o início e tampe rapidamente, já que o calor faz os grãos de mostarda pularem igual pipoca! Desligue o fogo assim que o barulho parar. Junte as sementes com as batatas e ervilhas. Confira o tempero. Você vai perceber na hora o sabor incrível que o cominho e a mostarda trazem. É importante cozinha-los separadamente para que eles não queimem.

Deixe o recheio esfriar um pouco antes de começar a montar as samosas. Pegue uma folha de massa de arroz e mergulhe em um prato com água morna. Espere poucos segundos, até a massa ficar maleável.

Estique a massa em uma superfície limpa e coloque três colheres de recheio bem no meio. Junte as abas laterais no centro. Leve a parte perto de você para longe e role toda a samosa para frente, até selar a massa. Repita o procedimento com todo os pasteizinhos.

Aqueça uma frigideira antiaderente e coloque quantas samosas couberem. Deixe dourar cada um dos lados. Repita com todas as outras. Caso tenha, acompanhe com um chutney. Sirva quente!

Essa receita serve 2 a 4 pessoas.

I love Indian food. I lived in India for 6 months when I was young and since then, I’ve been cultivating the feeling. My mother tells me that I used to avoid western food and would feast on the delicious and spicy Indian dishes. That explains a lot, right? ;-)

With time, I learned how to use some of the spices. To be honest, even though I like the food that I make, I’m completely aware of my ignorance. Some people spend years studying spices, how to combine them and when best to use them. All I do is experiment, putting everything in the pot and guessing. Anyway, I do get nice results and I’m loving it!

This version of samosa is incredible. For those of you who don’t know, samosas are Indian pastries that are made with a wheat dough and stuffed with potatoes, peas and spices. Nowadays they are famous worldwide and are served as a fantastic snack.

As my laziness overpowers me most of the time, I never have the patience to make the dough. I usually use spring roll pastry, the kind that is ready made and frozen. But I found this option on the Internet and loved the idea of using rice paper wrappers. I have no idea where I first saw this, but the genius who created this made samosas easier and lighter. And still as delicious and crunchy! Rice paper can be found on oriental shops and is so versatile. I usually use it to make fresh spring rolls. As the wrappers are round, I ignored the original triangular shape of the pastries and made them into sort of squares.

I also innovated on the kind of pea that I used. The traditional recipe uses regular peas (the grain), but since I had snow peas, I decided to experiment. And it worked so well! I left it tender, but crunchy, which made all the difference when it came to texture. Delicious!

Ingredients:

  • 2 potatoes
  • 2 handfuls of snow peas
  • 1 onions
  • 1 teaspoon of garam masala
  • 1 teaspoon of mustard seeds
  • 1 teaspoon of cumin seeds
  • Olive oil
  • Salt to taste
  • 8 rice paper wrappers
  • 1 cup of warm water

Cook the potatoes on water. As soon as they are tender, chop them into small cubes.

Wash and chop the snow peas. Take care to remove all the fiber from the corners.

Peal and chop an onion into small pieces. On a frying pan, put some olive oil and cook the onion with a pinch of salt and the masala. As soon as the onion has turned golden, add the potatoes. After a few minutes, add the peas. Cook until they are tender, but still crunchy.

On a separate pot, put a tablespoon of olive oil and the mustard and cumin seeds. Have the lid of the pot ready and close right after adding the seeds, since the mustard pops like crazy. Turn the heat off as soon as the noise stops. Add the seeds to the potatoes and peas. Check the seasoning. You will notice at once the incredible flavor that the cumin and mustard bring. It’s important to cook them separately to avoid burning them.

Let the filling cool a bit before starting assembling the samosas. Get one rice paper wrapper and dip it on a plate with warm water. Wait a few seconds until the wrapper is soft.

Lay it on a clean surface and put 3 spoons of filling right in the middle. Fold the side corners to the center. Take the part that is closest to you to the center and roll the whole samosa forward, until the wrapper seals. Repeat this procedure with all the pastries.

Heat up a non-stick frying pan and put as many samosas as you can fit on it. Let each side toast until golden. Repeat this with all the others. In case you have some, serve with chutney. Eat them while still hot!

This recipe serves 2 to 4 people.

Samosa assada / Baked samosa

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Não lembro qual foi a primeira vez que eu comi uma samosa. Provavelmente na infância, nos seis meses em que morei na Índia com a minha família. A minha mãe era mais nova que eu sou hoje em dia, não tinha dinheiro, nem um marido para ajudar com a criação dos filhos. Mas pegou uns dólares emprestados, juntou as poucas roupas que tínhamos e levou a filha de cinco anos e o filho de três para morar na Índia por uns meses. Acho que nem é necessário dizer que isso mudou as nossas vidas. Nossa perspectiva em relação ao que é importante e o que é supérfluo, as diferentes relações entre as pessoas, a cultura riquíssima e milenar. Tudo isso transborda por cada parte do país e infiltrou por nossos poros desde cedo.

As memórias que eu tenho são muito fragmentadas, pois eu era muito nova. Uma das minhas lembranças mais nítidas foi de ter pulado em uma fonte com a minha saia rosa. Ela subiu com o pulo e ficou boiando, mas não me impediu de nadar com os cachorros. Lembro de brincar com amigos, de umas árvores gigantes, das milhares de joaninhas, da escolinha e lembro muito bem da comida. Minha mãe diz que eu adorava a comida apimentada. Recusava a adaptação ocidental e só queria as especiarias tradicionais de lá.

A samosa é tudo isso: tradicional, cheia de especiarias e carregada de nostalgia. Só o cheiro dos pasteizinhos é suficiente para transportar alguém até a Índia. Normalmente é servida com chutneys, uns molhos também bastante temperados.

Usei uma receita mais simples e me recusei a fazer a massa. Dá muito trabalho! É possível usar massa de pastel comum ou massa de rolinho primavera. Preferi também assar ao invés de fritar. Também não me preocupei com o formato, que não ficou muito tradicional. Melhor investir nos temperos, né?

Ingredientes:

  • 1 pacote de massa de pastel (o rolo comprido ou já cortado redondo – aprox 24 pasteis)
  • 4 batatas cozidas cortadas em cubinhos (elas devem estar bem macias, mas não desmanchando completamente)
  • 2 cebolas picadas bem pequenas
  • 1 lata de ervilha
  • 1 colher de chá de molho de pimenta (caso prefira usar uma pasta de pimenta ou a própria pimenta fresca, cozinhe com a cebola)
  • 1 colher de chá de coentro em pó
  • 1 pitada de sementes de cominho
  • 1 pitada de fenugreek
  • Suco de ½ limão
  • 1 pitada de garam masala
  • Sal a gosto
  • 2 gemas (opcional)
  • Gergelim (opcional)
  • Óleo

Pré-aqueça o forno a 180°C. Em uma frigideira, aqueça um pouco de óleo e jogue as sementes de cominho (usei algumas sementes de mostarda também). Cozinhe por um momento, até que elas comecem a pular. Rapidamente adicione as cebolas, evitando que o cominho queime. Cozinhe até que as cebolas estejam transparentes. Junte o coentro em pó e sal. Misture bem.

Adicione as batatas e as ervilhas e cozinhe por alguns minutos. Tire do fogo e junte a pimenta, a garam masala, o fenugreek e o suco de limão. Não se preocupe se não encontrar todos os temperos. O cominho, a masala e o coentro são os mais importantes.

Enquanto o recheio esfria, prepare o lugar onde vai montar os pasteis. Caso esteja usando a massa em rolo, abra uma parte e corte quadrados que serão dobrados ao meio. Caso use a massa redonda, espalhe algumas por uma superfície limpa. Misture as gemas com o gergelim (usei o preto) e um pouco de sal.

Coloque uma colher de sopa de recheio no centro de cada pedaço de massa. Molhe as bordas com água ou clara, para que o pastel fique bem fechado. Dobre e pressione, usando as mãos ou um garfo.

Junte os pasteis prontos em uma forma untada e pincele com a mistura de gemas. Asse por 25’ a 30’, até atingir uma cor dourada.

Sirva as samosas quentes, acompanhas de chutney (em breve eu escrevo um post!). Essa receita rende 24 pasteis.


I can’t remember when was the first time I had a samosa. It was probably in India, during the six months in which I lived there with my family. My mother was younger than I am nowadays, she had no money nor a husband to help raising her kids. But she borrowed some dollars, gathered the few clothes we had and took her 5 year-old daughter and 3 year-old son to live in India for some time. Needless to say, this experience changed our lives. Our point of view related to what is important and what is superfluous, the different relationships between people, the rich and old culture… All of this overflows around the country and we absorbed that from an early start.
The memories I have are very fragmented, since I was so young. One of my strongest recollections is of a time when I jumped in a fountain while wearing my pink skirt. It lifted with the water and floated, but it didn’t stop me from swimming with the dogs. I remember playing with friends, I remember the giant trees, the ladybugs, the school and the food. My mother says that I loved the spicy food. I would refuse the western adaptation and just wanted the local spices.
And the samosa is all that: traditional, full of spices and loaded with nostalgia. Even the smell of the little pastry is enough to transport someone to India. It is usually served with chutney, a sauce that also carries lots of spices.
I used a simple recipe and refused to make the dough. It is too much work. It’s possible to buy the dough ready to use. The spring roll dough also works here. Oh, and I made a baked version. I also didn’t worry about the shape either, which didn’t end up very traditional. But I’d rather invest on the spices, right? 
Ingredients:
  • 1 package of dough (sometimes it comes on a roll, but it may come already cut in pieces. I made 24 samosas)
  • 4 boiled potatoes cut into little cubes (they should be very soft, but not completely mashed)
  • 2 onions – chopped finely
  • 1 can of peas (if you use fresh ones, cook them for some time before adding the potatoes)
  • 1 teaspoon of chili sauce (in case you use chili paste or fresh chili, cook them with the onion)
  • 1 teaspoon of ground coriander
  • 1 pinch of cumin seeds
  • 1 pinch of methi seeds
  • Juice of ½ lime
  • 1 pinch of garam masala
  • Salt to taste
  • 2 egg yolks (optional)
  • Sesame seeds (optional)
  • Oil
Turn on the oven to 180°C.
In a frying pan, heat up some oil and add the cumin seeds (I also used some mustard seeds). Cook for a few seconds, until they start to pop. Quicky add the onions, avoiding the cumin to burn. Cook until the onions turn transparent. Mix in the coriander and some salt.
Add the potatoes and peas and cook for a few minutes. Remove from the heat and add the chili sauce, the garam masala, the methi seeds and lime juice. Don’t worry if you can’t find all the spices. The cumin, the masala and the coriander are the most important ones.
While the filling cools down, prepare your working station. In case you’re using the dough in a roll, open a sheet and cut the squares that will the folded in half. In case you use the round shaped dough, spread a few of them on a clean surface. Mix the egg yolks with the sesame seeds and some salt.
Put a tablespoon of filling on the center of each piece of dough. Moisten the edges with water or egg whites, so the pastry will close shut. Fold and make pressure using your hands or a fork.
Spread the samosas on a greased tray and brush the yolk mixture. Bake for 25’ to 30’ or until they turn a golden color.
Serve the samosas still hot, with chutney (I’ll make a post soon!). This recipe yields 24 samosas.

Salada de ervilha, couve, tomate e molho de tahine

Atualmente tenho procurado novas receitas de saladas. Essa história de escrever blog de comida é um perigo pra balança.. rsrs Além disso, nesse calor não há nada melhor!

Busquei inspiração no blog Oh She Glows, que tem receitas veganas deliciosas com fotos lindas de morrer. Recomendo!

Ingredientes:

  • couve
  • 1 cebola
  • 1 xícara de ervilha crua (deve funcionar com a enlatada. Não usaria a congelada, que é muito doce. Tentei também com grão-de-bico e ficou uma delícia! A receita original leva lentilha, que combina muito bem!)
  • 2 tomates
  • 6 colheres de semente de girassol torrada
  • azeite
  • sal e alho

Ingredientes para o molho:

  • 2 colheres de sopa de tahine (pasta de gergelim. Fácil de encontrar em lojas de produtos árabes)
  • suco de meio limão
  • sal
  • 1 colher de café de alho triturado
  • água até dissolver o tahine

Cozinhe a ervilha com sal até ficar tenra. Eu gosto de cebola de todas as formas, mas a textura dela crua costuma me incomodar. Use-a crua ou refogada, de acordo com seu gosto. Eu refoguei a cebola e acrescentei as ervilhas, para misturar os sabores.

Corte a couve em tiras grossas e refogue-a muito rapidamente com um pouco de azeite, sal e alho.

Para o molho, bata tudo no liquidificador ou misture com um garfo, amassando bem o tahine. Vá adicionando água até  o tahine ficar cremoso. Sem água, ele é quase um cimento. Eu usei muito mais molho que a foto mostra, pelo menos umas 3 colheres de sopa.

Junte a couve e a ervilha. Acrescente os tomates picados (eu prefiro em cubinhos. Esse formato é só para deixar a foto bonita! rs), regue com o molho e salpique as sementes de girassol.

Essa receita serve duas pessoas como prato principal, mas pode ser usado como entrada para um grupo maior.

Macarrão oriental com shitake e molho de laranja

O nome que eu usei não faz jus ao prato. É tão mais do que isso! Exótico, reconfortante e delicioso! Adaptei uma receita que encontrei de acordo com os ingredientes que consegui achar para comprar.

Ingredientes:

  • óleo de gergelim (encontrado em lojas de produtos orientais)
  • 1 cabeça de alho picada
  • 2 colheres de sopa de gengibre ralado
  • 2 xícaras de suco de laranja (de preferência, espremido na hora)
  • 4 colheres de sopa de shoyu
  • 2 colheres de sopa de pimenta em flocos (cuidado com isso, não precisa usar tudo. pode usar pimenta fresca, caso tenha. mas não use aqueles molhos de pimenta com vinagre!)
  • 4 colheres de sopa de gergelim
  • sal a gosto
  • 1 pacote de macarrão oriental (aquele usado para yakisoba)
  • 300g de ervilha chata lavada e cortada ao meio
  • 1 molho de espinafre picado fino
  • 1 pacote de 100g cogumelo shitake cortado em fatias (caso use o cogumelo seco, deixe em água morna por alguns minutos. e aproveite a água mais tarde em um risoto!). Usei um pouco de cogumelo paris também, pois acho que funghi nunca é demais!

Torre o gergelim em um frigideira até dourar, mexendo sempre. Reserve.

Aqueça o óleo de gergelim e acrescente o alho, gengibre e pimenta. Misture e deixe fritar por alguns segundos. Acrescente o suco de laranja e o shoyu e deixe ferver. Cozinhe até que o molho reduza de volume pela metade.

Cozinhe o macarrão enquanto o molho reduz e refogue os cogumelos e ervilhas em azeite e alho.

Junte os cogumelos e ervilhas ao molho de laranja e deixe cozinhar por alguns minutos. Acrescente o macarrão e o espinafre (cru mesmo) e mexa até que ele fique tenro.

Adapte a quantidade de pimenta à coragem de quem for comer. As duas colheres sugeridas são para os bem corajosos! Sirva salpicado com gergelim. Bom apetite!

Serve 8 pessoas.