Sopa de couve-flor e ervilha / Cauliflower and pea soup

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No último post eu falei sobre a minha paixão por sopas e caldos. O prato de hoje é uma continuação. Quase um festival! :-D

Apesar de o tema ser o mesmo, esses dois caldos não podiam ser mais diferentes. O caldo verde da semana passada é apimentado, defumado e super intenso. Essa sopa é o contrário, tem sabor simples e suave e até em textura é diferente. Mas não menos deliciosa!

Ingredientes:

  • 1 couve-flor grande lavada e picada
  • 1 pacote de ervilha congelada
  • 2 cebolas grandes picadas
  • 2 colheres de sopa de manteiga (opcional – não use caso queira uma sopa vegana)
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal a gosto

Antes de começar a fazer a sopa, retire o pacote de ervilhas do congelador.

Cozinhe as cebolas com o azeite em uma panela grande. Assim que estiverem tenras, adicione a couve-flor. Eu gosto de refogar os legumes antes de adicionar a água. Cozinhe a couve-flor junto com a cebola por alguns minutos e acrescente água aproximadamente 5 xícaras de água. Vá colocando aos poucos, já que a textura da sopa é escolha sua.

Assim que ela cozinhar, abaixe o fogo. Bata a sopa em um liquidificador ou use um mixer. Eu gosto de pedacinhos, mas você pode deixá-la bem homogênea, se preferir.

Confira o tempero. Junte as ervilhas e a manteiga e mexa bem. Eu adoro ervilhas congeladas, que são docinhas e deliciosas ainda frescas. Deixe-as no fogo só até esquentar.

Sirva imediatamente.

Essa receita rende aproximadamente 5 porções.


On the last post, I talked about my passion for soups. Today’s dish is another of these beauties.

Besides being the same type of dish, these two soups couldn’t be more different. The “caldo verde” from last week is spicy, smoky and intense. This soup is the opposite. The flavor is mild and simple and even the texture is not the same. But not less delicious!

Ingredients:

  • 1 large cauliflower – washed and chopped
  • 300g of fresh peas (I used them frozen. It’s not easy to find them fresh around here)
  • 2 large onions – chopped
  • 2 tablespoons of butter (optional – remove if vegan)
  • 2 tablespoons of olive oil
  • Salt to taste

Cook the onions with the olive oil on a big pot. As soon as they are tender, add the cauliflower. I like to stir fry the vegetables before adding water. Cook the cauliflower with the onions for a few minutes and add about 5 cups of water. Add them one at a time, so you can choose how runny your soup will be.

As soon as the cauliflower is cooked, turn the heat down. Puree the soup on a blender or using a mixer. I like some texture, but you can make it really smooth if you want.

Check the seasoning. Add the peas and the butter and stir well. I love fresh peas, so sweet and delicious! So just heat them up and turn the heat off.

Serve immediately.

This recipe yields about 5 portions.

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Caldo verde

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Já devo ter comentado aqui que tomo sopa o ano inteiro. Sopas e caldos são (normalmente) fáceis de fazer, deliciosos e completamente acolhedores. Eu não me importo de ter aquele momento de suadeira ao tomar sopa no verão. Ela vale à pena :-)

Esse prato é tradicional de Portugal e consta basicamente de batatas, couve e salsicha. Lembro da primeira vez que tomei, nos Estados Unidos. Eles usavam uma salsicha vegetariana maravilhosa que dava um sabor defumado à sopa. Simplesmente incrível! Na minha versão, dei uma modificada no modo de preparo e caprichei na “picância” (dá pra ver que me empolguei tanto na páprica, que o caldo ficou quase vermelho, ao invés de verde rs). Fácil e rápido de fazer e delicioso!

Ingredientes:

  • 4 batatas
  • 1 maço de couve
  • 2 linguiças ou salsichas vegetarianas (eu uso a linguiça da Goshen. recomendo ficar longe da Super Bom, que é super ruim rs. sério :-p)
  • Aproximadamente 3 xícaras de caldo de legumes ou água
  • 5 dentes alho
  • Páprica picante defumada – a gosto
  • Sal a gosto
  • 2 colheres de sopa de óleo

Pique os dentes de alho bem finos e frite com o óleo em uma panela média. Enquanto o alho doura, pique a linguiça em pedaços. Leve à panela com a páprica e refogue por uns 5 minutos.

Derrame o caldo de legumes ou a água na panela e deixe ferver. Enquanto isso, rale as batatas em uma mandolina (aquele ralador com uma lâmina só. as fatias ficam super finas). Coloque as batatas na panela e ajuste o sal. Assim que as batatas cozinharem, desligue o fogo.

Lave e corte as couves bem finas. Acrescente ao caldo somente na hora de servir. Prontinho!!

Essa receita serve 4 pessoas.

I probably mentioned here earlier that I eat soup all year long. Soups are (usually) easy to make, delicious and so comforting. I really don’t mind the heat waves when I venture in eating them during summer. They’re worth it :-)

Caldo verde, in particular, is traditional from Portugal. It literally means “green soup” and consists mainly from potatoes, collard greens and meat. I remember the first time I had it, in the US. The cook used a delicious vegetarian sausage that brought an amazing smoked flavor to the dish. Just incredible. On my version, I changed the method a bit and spiced things some more (you can see in the pictures that I used so much paprika that it turned out red instead of green!). It’s still easy and quick to make pretty darn tasty!

Ingredients:

  • 4 potatoes
  • 1 bunch of collard greens or kale
  • 2 vegetarian sausages
  • About 3 cups of vegetable stock or water
  • 5 cloves of garlic
  • Smoked paprika – to taste
  • Salt – to taste
  • 2 tablespoons of oil

Chop the garlic finely and fry it with the oil on a medium-sized pan. While the garlic cooks, chop the sausage into pieces. Cook it with the paprika for about 5 minutes.

Pour the vegetable stock or water into the pan and let it boil. Meanwhile, grate the potatoes using a mandoline. Add the potatoes to the soup and check the seasoning. As soon as the potatotes cook, turn the heat off.

Wash and cut the greens finely. Add them to the dish right before serving. Done!!

This recipe serves about 4 people.

Almôndegas de ervilha / Pea meatballs

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Gente, que saudades!! Depois de meses de mil mudanças, complicações, burocracias, gatos pra lá e pra cá, finalmente estou na minha casa nova! :-D Pra quem não sabe, agora sou proprietária!! Vou ficar 30 anos pagando o meu apartamento, mas ele é meu, ele é lindo e ele tem jardim! Os gatos estão adorando!! As minhas amigas roomies também! Mais pra frente eu coloco umas fotos sortidas aqui de casa :-)

Empolgações à parte, o prato de hoje é uma variação em um tema que eu curto muito: almôndegas!

Já postei uma versão por aqui, mas estou à busca da receita perfeita. O tempero dessa vez ficou mais legal e a consistência, mais firme. E ficou gatinha, ó!

Ingredientes:

  • 1 1/2 xícara farinha de pão
  • 1 xícara de aveia
  • 1 lata ervilha
  • 1/2 xícara de quinoa crua
  • 2 ovos
  • 1/2 cebola picada bem fina (opcional)
  • 2 dentes alho amassados
  • ervinhas à gosto
  • sal à gosto

Ligue o forno a 180°C.

Não tem segredo. Misture tudo e confira o tempero. Faça bolinhas com a massa e espalhe em um tabuleiro untado.

Leve ao forno por aproximadamente 45 minutos, ou até dourarem.

A consistência é bem firme, elas ficam até crocantes. A quinoa dá uma textura incrível! Aqui em casa eu fiz um macarrão e reguei as almôndegas com bastante molho de tomate. Uma boa ideia é ferver o molho por uns cinco minutos com elas dentro da panela antes de servir.

Caso não queira comer com macarrão, rola um sanduíche maneiro também!

Essa receita rende aproximadamente 35 almôndegas pequenas.

Guys, it’s been so long! After moving a few times, dealing with tones of complications, loads of bureaucracy and having my cats all over the place, I’m finally at my new home! :-D I’ll spend about 30 years paying for the apartment but it’s mine, it’s beautiful and it has a garden! The cats love it and my roomates also! I’ll post some photos sooon :-)

Exciting news apart, today’s dish is a version of dear old meatballs. I’ve posted another one some time ago, but I’m searching for the perfect recipe, see? This time the seasoning was nicer and the consistency, firmer. And they look so cute!

Ingredients:

  • 1 1/2 cups of bread crumbs
  • 1 cup of oats
  • 200g of peas
  • 1/2 cup of uncooked quinoa
  • 2 eggs
  • 1/2 finely chopped onion (optional)
  • 2 cloves of garlic – smashed
  • fresh herbs to taste
  • salt to taste

Turn the oven on at 180°C.

There’s no secret. Mix everything up and check the seasoning. Make small balls with the mixture and spread them evenly on a greased tray.

Bake for about 45 minutes or until they start turning golden.

They turned out very firm, even crunchy. I cooked some pasta and served the meatballs on top wiht a lot of tomato sauce. A good idea is letting the meatballs soak for about 5 minutes on low heat inside the sauce pan before serving. In case you don’t want pasta, try a sub!

This recipe yields about 35 small meatballs.

Moqueca de banana da terra / Plantain stew

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Acho que já falei aqui sobre a minha curiosidade com comida de litoral. Esses pratos fragrantes que levam peixes, algas ou crustáceos. Não sinto vontade de comer os animais em si, mas muitas vezes as receitas são tão lindas e parecem tão apetitosas, que eu me sinto compelida a experimentar uma versão vegetariana.

Moqueca é um bom exemplo. Leite de coco, dendê, coentro… não tem como dar errado! E é uma injustiça que os vegetarianos desse mundão não comam também, não é? O jeito é improvisar. Já dei aqui uma versão de moqueca com vegetais. Essa aqui é linda de morrer, exótica e super deliciosa. Além de ficar pronta em minutos! Comi em um restaurante e tentei reproduzir. Cheguei bem perto, modéstia à parte ;-)

Olha que lindeza!


Ingredientes:

  • 3 bananas da terra maduras
  • 1 cebola grande
  • 2 tomates
  • 1 pimentão
  • 200mL de leite de coco
  • 2-3 colheres de sopa de azeite de dendê
  • 1 maço de coentro fresco – lavado e picado
  • Sal a gosto
  • 1 colher de sopa de óleo

Pique as bananas em palitos não muito finos. Pique os tomates e a cebola em cubinhos e o pimentão em tiras (não usei porque não tinha em casa, mas recomendo!).

Em uma panela, aqueça o óleo com a cebola e um pouco de sal. Cozinhe até que ela fique tenra. Junte os tomates e deixe cozinhar até derreterem. Acrescente o pimentão e cozinhe por mais alguns minutos.

Coloque as bananas na panela e junte o azeite de dendê e o leite de coco. Após alguns minutos as bananas vão começar a amolecer. Desligue o fogo. Sirva quente, salpicando folhas do centro fresco. Eu gosto de usar arroz e farofa (ou farinha de mandioca purinha mesmo) como acompanhamento. Delícia!

Essa receita serve 4 pessoas.

I think I’ve already mentioned my curiosity about seafood. I mean those fragrant recipes served with fish, seaweed or crustaceans. Not that I feel like eating the animals themselves, but sometimes the dishes look so beautiful and appetizing that I feel compelled to try a vegetarian version.

Moqueca is a good example. The original version of this stew takes fish, but the rest of the dish is what attracts me. Coconut milk, palm oil and fresh coriander… there’s no getting it wrong! And I think it’s unfair that the vegetarians of the world should be deprived of such a delight. So I had to improvise. I’ve already posted a version of moqueca with vegetables. The one on this post is so beautiful, exotic and delicious! Besides, it gets ready in just a few minutes! I ate it at a restaurant and tried to reproduce it. I got pretty close, thank you very much ;-)

I know there’s a lot of controversy and environmental concern about palm oil. But in this recipe we use only a tiny bit, so don’t feel bad. For those of you who never used it to cook (here in Brazil we call it dendê and use it with moderation in a number of dishes), it’s very strong and absolutely delicious! Just go easy on it if you have a sensitive digestive system.

Ingredients:

  • 3 cooking plantains
  • 1 large onion
  • 2 tomatoes
  • 1 bell pepper
  • 200mL of coconut milk
  • 2-3 tablespoons of palm oil
  • 1 bunch of fresh coriander – washed and chopped
  • Salt to taste
  • 1 tablespoon of oil

Chop the plantains into thick sticks. Chop the tomatoes and onion into little cubes and the pepper into strips (I didn’t use because I forgot to buy them, but I really recommend it!).

In a pan, heat the oil, the onion and a little bit of salt. Cook until tender and add the tomatoes. Let them start melting and add the pepper. Cook for a few minutes.

Add the plantains, the palm oil and the coconut milk. After a few minutes, the plantain will start getting softer. Turn the heat off and serve immediately. Sprinkle some coriander on top and serve with rice and yucca flour. Great stuff!

This recipe serves 4 people.

Samosa com massa de arroz / Rice paper samosas

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Eu amo comida indiana. Morei na Índia por 6 meses quando era bem novinha e desde então, cultivo essa paixão. Minha mãe conta que eu fugia das opções de comida ocidental e mesmo tendo só cinco anos, me deliciava com as especiarias e até com a pimenta. Isso explica muita coisa, não é? ;-)

Ao longo do tempo, fui aprendendo a usar alguns temperos. Apesar de achar os pratos que eu faço bem legais, tenho a plena consciência da minha ignorância. Muita gente passa anos estudando milhares de especiarias, as melhores combinações e a época do ano na qual usar qual tempero. Eu só sei jogar tudo na panela e achar uma delícia. Mas pra mim, está ótimo! Rs

Essa versão de samosa é incrível! Para quem não sabe, samosas são pasteis indianos feitos com uma massinha de trigo e recheados com batata, ervilha e especiarias. Hoje em dia eles são famosos no mundo inteiro e servidos como uma opção super bacana de lanche.

Como a minha preguiça é imensurável, nunca tenho paciência de fazer a massa. Costumo usar massa de rolinho primavera, dessa que já vem pronta e congelada. Mas vi essa opção na internet e adorei a ideia de usar massa de arroz. Não faço mais ideia de onde vi, mas a pessoa genial que criou, bolou uma forma de deixar os pasteis mais fáceis de fazer e mais leves. E ainda incrivelmente saborosos e crocantes. A massa de arroz pode ser encontrada em lojas orientais e é muito versátil. Costumo usar para fazer rolinho primavera fresco. Como a massa é redonda, eu ignorei o formato original triangular e fiz os pasteis meio retangulares.

Também inovei na ervilha. A receita tradicional usa ervilha em grãos, mas eu tinha ervilha chata em casa e quis experimentar. E funcionou super bem! Deixei o vegetal tenro, mas crocante e a textura fez toda a diferença no pastel. Delícia!

Ingredientes:

  • 2 batatas
  • 2 punhados de ervilha chata
  • 1 cebola
  • 1 colher de chá de garam masala
  • 1 colher de chá de grãos de mostarda
  • 1 colher de chá de grãos de cominho
  • Azeite
  • Sal a gosto
  • 8 folhas de massa de arroz
  • 1 xícara de água morna

Cozinhe as batatas na água. Assim que ficarem tenras, pique em cubos bem pequenos.

Lave e pique as ervilhas. Tome o cuidado de retirar toda a fibra dos cantinhos.

Descasque e pique a cebola bem pequena. Em uma frigideira, coloque um pouco de azeite e cozinhe a cebola com uma pitada de sal e a masala. Assim que a cebola estiver dourada, acrescente as batatas. Após alguns minutos, junte as ervilhas. Cozinhe até que estejam tenras, mas crocantes.

Em uma panela separada, coloque uma colher de sopa de azeite, as sementes de mostarda e de cominho. Fique com a tampa em mãos desde o início e tampe rapidamente, já que o calor faz os grãos de mostarda pularem igual pipoca! Desligue o fogo assim que o barulho parar. Junte as sementes com as batatas e ervilhas. Confira o tempero. Você vai perceber na hora o sabor incrível que o cominho e a mostarda trazem. É importante cozinha-los separadamente para que eles não queimem.

Deixe o recheio esfriar um pouco antes de começar a montar as samosas. Pegue uma folha de massa de arroz e mergulhe em um prato com água morna. Espere poucos segundos, até a massa ficar maleável.

Estique a massa em uma superfície limpa e coloque três colheres de recheio bem no meio. Junte as abas laterais no centro. Leve a parte perto de você para longe e role toda a samosa para frente, até selar a massa. Repita o procedimento com todo os pasteizinhos.

Aqueça uma frigideira antiaderente e coloque quantas samosas couberem. Deixe dourar cada um dos lados. Repita com todas as outras. Caso tenha, acompanhe com um chutney. Sirva quente!

Essa receita serve 2 a 4 pessoas.

I love Indian food. I lived in India for 6 months when I was young and since then, I’ve been cultivating the feeling. My mother tells me that I used to avoid western food and would feast on the delicious and spicy Indian dishes. That explains a lot, right? ;-)

With time, I learned how to use some of the spices. To be honest, even though I like the food that I make, I’m completely aware of my ignorance. Some people spend years studying spices, how to combine them and when best to use them. All I do is experiment, putting everything in the pot and guessing. Anyway, I do get nice results and I’m loving it!

This version of samosa is incredible. For those of you who don’t know, samosas are Indian pastries that are made with a wheat dough and stuffed with potatoes, peas and spices. Nowadays they are famous worldwide and are served as a fantastic snack.

As my laziness overpowers me most of the time, I never have the patience to make the dough. I usually use spring roll pastry, the kind that is ready made and frozen. But I found this option on the Internet and loved the idea of using rice paper wrappers. I have no idea where I first saw this, but the genius who created this made samosas easier and lighter. And still as delicious and crunchy! Rice paper can be found on oriental shops and is so versatile. I usually use it to make fresh spring rolls. As the wrappers are round, I ignored the original triangular shape of the pastries and made them into sort of squares.

I also innovated on the kind of pea that I used. The traditional recipe uses regular peas (the grain), but since I had snow peas, I decided to experiment. And it worked so well! I left it tender, but crunchy, which made all the difference when it came to texture. Delicious!

Ingredients:

  • 2 potatoes
  • 2 handfuls of snow peas
  • 1 onions
  • 1 teaspoon of garam masala
  • 1 teaspoon of mustard seeds
  • 1 teaspoon of cumin seeds
  • Olive oil
  • Salt to taste
  • 8 rice paper wrappers
  • 1 cup of warm water

Cook the potatoes on water. As soon as they are tender, chop them into small cubes.

Wash and chop the snow peas. Take care to remove all the fiber from the corners.

Peal and chop an onion into small pieces. On a frying pan, put some olive oil and cook the onion with a pinch of salt and the masala. As soon as the onion has turned golden, add the potatoes. After a few minutes, add the peas. Cook until they are tender, but still crunchy.

On a separate pot, put a tablespoon of olive oil and the mustard and cumin seeds. Have the lid of the pot ready and close right after adding the seeds, since the mustard pops like crazy. Turn the heat off as soon as the noise stops. Add the seeds to the potatoes and peas. Check the seasoning. You will notice at once the incredible flavor that the cumin and mustard bring. It’s important to cook them separately to avoid burning them.

Let the filling cool a bit before starting assembling the samosas. Get one rice paper wrapper and dip it on a plate with warm water. Wait a few seconds until the wrapper is soft.

Lay it on a clean surface and put 3 spoons of filling right in the middle. Fold the side corners to the center. Take the part that is closest to you to the center and roll the whole samosa forward, until the wrapper seals. Repeat this procedure with all the pastries.

Heat up a non-stick frying pan and put as many samosas as you can fit on it. Let each side toast until golden. Repeat this with all the others. In case you have some, serve with chutney. Eat them while still hot!

This recipe serves 2 to 4 people.

Assado de couve-flor, alho-poró e queijo de cabra / Cauliflower gratin with leek and goat’s cheese

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Não sei se vocês já perceberam, mas eu tenho obsessões que vêm em fases. Talvez “obsessão” seja uma palavra pesada demais. Eu diria que se trata de um tipo de paixão. Daquela bem intensa mas fugaz, que dura alguns meses. Quase como um início de namoro que não vai pra frente.

Os alvos dessa minha paixão variam, tão volúvel é o meu apetite. Certa época, estou completamente apaixonada por gorgonzola e em outro momento, enjoo e fico meses sem comer. Outra vezes é com tomate seco, ervilha ou massas. Os mais recentes queridos são queijo de cabra e couve-flor. Os dois abundam por aqui e ainda não chegaram no limbo terrível dos ingredientes dos quais enjoei. Mas tudo passa, não é? O jeito é aproveitar a fase ;-)

Esse prato é bem completo e delicioso. Existem muitas formas de fazer. Eu preferi cozinhar a couve-flor no forno, já que morro de dó de ferver vegetais em água e perder todos os nutrientes na hora de coar. Fiquem à vontade para inventar!

Adaptei a receita do blog Virtually Homemade.

Ingredientes:

  • 1 couve-flor lavada e cortada em pedaços
  • 1 alho poró
  • Sal a gosto
  • 150g de cream cheese
  • 150g de queijo de cabra (de preferência, cremoso)
  • Azeite

Ligue o forno a 200ᵒC. Espalhe a couve-flor em um tabuleiro com um pouco de sal e azeite. Asse por 30 minutos ou até ficar tenra.

Enquanto isso, lave o alho poró e pique em pedaços pequenos. É importante fazer cortes longitudinais e lavar de cabeça para baixo, com bastante água. Isso evita aqueles montinhos de terra entre as folhas. Cozinhe o alho poró até tenro com um pouco de sal e azeite.

Retire a couve-flor do forno e junte com o alho poró.

Misture os vegetais com os queijos e espalhe em um pirex ou vários potinhos. Asse até que o topo fique dourado.

Sirva quente! Essa receita serve 4 a 6 pessoas.

I don’t know if you have noticed, but I get obsessed sometimes. Perhaps “obsession” is too strong a word. I could call it infatuation or passion. That kind of passion that intense but fleeting, that only lasts a few months. Almost like the beginning of a relationship that doesn’t go forward for long.

The “targets” of my passion vary a lot, since my appetite is so fickle. At times, I’m completely in love with blue cheese and some time later I’m sick of it and it takes months before I eat it again. This has happened to sundried tomato, peas and pasta. My most recent darlings are goat’s cheese and cauliflower. You might have noticed that they appear here often and haven’t yet reached the dark pit of forgotten ingredients. But things change, right? I might as well enjoy while I can ;-)

This dish is quite complete and delicious. There are several ways to do it. I chose to cook the cauliflower in the oven, since it breaks my heart to boil vegetables in water and lose all the nutrients after draining them. So feel free to experiment!

I adapted this recipe from Virtually Homemade.

Ingredients:

  • 1 cauliflower – washed and chopped into small florets
  • 1 leek
  • Salt to taste
  • 150g of cream cheese
  • 150g of goat’s cheese (preferably creamy)
  • Olive oil

Turn the oven on at 200ᵒC. Spread the cauliflower on a tray with a little olive oil and salt. Bake for about 30 minutes or the cauliflower is tender.

Meanwhile, wash the leek and chop into small pieces. It’s important to make lengthwise slashes and wash it upside down with lots of water. This helps getting most of the dirt out. Cook the leek until tender with some olive oil and salt.

Remove the cauliflower from the oven and mix with the leek.

Add the two types of cheese and assemble it on a nice baking tray or several ramekins. Bake until golden on top.

Serve warm. This recipe serves 4 to 6 people.

Batatas recheadas com gorgonzola / Blue cheese potato skins

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Sabe aqueles dias em que você não tem paciência para cozinhar algo complicado? Aqueles momentos quando você quer um petisco bacana ou uma refeição rápida e simples…

Batata é sempre uma boa, desde que você tenha tempo. Esse prato é incrivelmente fácil e delicioso. E pode variar de entradinha – caso você use batatas pequenas – a uma refeição completa – se você usar batatas médias. Seja como for, é uma carta ótima para se ter na manga.

Adaptei a receita do Jamie para deixa-la ainda mais simples. Não tem erro!

Ingredientes:

  • 4 batatas médias (ou 12 pequenas)
  • 150g de gorgonzola
  • Azeite

Aqueça o forno a 200°C. Espalhe azeite nas batatas, faça alguns furinhos e coloque para assar em um tabuleiro por aproximadamente 1 hora, ou até ficarem tenras.

Retire do forno e com cuidado, parta as batatas ao meio (sem desligar o forno!). Com uma colher, retire o miolo das batatas, deixando uma camada de pelo menos 1cm junto da casca.

Misture esse miolo com o gorgonzola, misturando bem. Confira o tempero. Coloque o recheio nas batatas e leve ao forno novamente por 10 minutos.

Sirva ainda quente, com uma salada simples e mostarda.

Essa receita alimenta 2 a 4 pessoas.

There are days in which I have no patience to cook anything fancy. All I want is something nice to nibble on or a quick and simple meal. Do you feel the same?

Potatoes are always a good choice, as long as you have time. This dish is incredibly easy and delicious. And you can serve it as an appetizer – in case you’re using small potatoes – or as a complete meal – if you use medium potatoes. Whatever the case, it’s a great recipe to have up your sleeve.

I adapted the original from Jamie, to make it even simpler. There is simply no mistake to this!

Ingredients:

  • 4 medium potatoes (or 12 small)
  • 150g of blue cheese
  • Olive oil

Turn the oven on at 200°C. Spread some olive oil on the potatoes, make tiny holes on the skin and bake them for about 1 hour, or until tender.

Remove them from the oven and carefully cut them in half (leave the oven on!). With a spoon, remove the center of the potatoes, leaving a layer of about 1cm next to the skin.

Mix the scraped potato with the blue cheese. Check the seasoning and stuff the half potatoes with the mixture. Take them to the oven again for about 10 minutes.

Serve them still warm, with a simple salad and some mustard.

This recipe feeds 2 to 4 people.

Pizza de couve-flor / Cauliflower crust pizza

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Nunca liguei pra moda. Na verdade, nunca entendi a ideia de alguém que dita “tendências”. Mas eu tenho que admitir que em relação à comida, eu sempre procuro saber das novidades. Talvez por não ser tão criativa assim para criar algo do nada (ou por preguiça de reinventar a roda), muitas vezes eu pesquiso pela web para ver o que há de mais bacana no mundo culinário. Nada chique, só aquilo que as pessoas normais têm feito em casa aí pelo mundo :-) E, claro, tento colocar meu toque pessoal e dicas que aprendo ao fazer.

Pizza com base de vegetais é uma dessas coisas da moda da cozinha. Muita gente faz dieta para emagrecer ou prefere comer menos glúten por questões de saúde, e usar vegetais é uma opção incrível para quem não abre mão de uma pizza. A couve-flor é a preferida e funciona super bem.

Já tive alguns problemas com a base, que grudou no papel manteiga. O ideal é extrair a umidade natural da couve-flor, tirando a água depois de cozinhar (aprendi isso no iFOODreal).

Descrevi uma cobertura simples de tomate e muçarela, mas sintam-se à vontade para inventar! Essa é a parte mais bacana!

Fiz uma pizza pequena, mas os ingredientes da lista são suficientes para fazer uma média.

Ingredientes:

  • 1 couve-flor grande
  • 2 ovos
  • ½ xícara de queijo parmesão ralado
  • Orégano a gosto
  • 1 pitada de sal
  • Rodelas de tomate (ou molho)
  • 1 xícara de muçarela ralada

Ligue o forno a 180°C. Lave a couve-flor e corte-a em pedaços médios. Bata em um processador de alimentos ou liquidificador, até que os pedaços fiquem pequenos como grãos.

Leve ao forno em um tabuleiro ou pirex, por 15 minutos.

Retire do forno e despeje em um pano de prato limpo. Junte as pontas e aperte, até que toda a água tenha escorrido (talvez você precise deixar esfriar um pouco antes de começar). Isso é importante para que a pizza não grude na forma.

Cubra uma forma redonda com papel manteiga e regue com azeite. Misture a couve-flor com os ovos, o parmesão, o orégano e a pitada de sal. Espalhe a mistura por cima do papel, fazendo a base da pizza. Deixe uma espessura de aproximadamente 6mm. Leve ao forno por 20 minutos.

Retire do forno e cubra com a muçarela, o tomate e mais um pouco de orégano. Leve ao forno novamente por 5 minutos ou até que o queijo esteja derretido.

Prontinho! Coma ainda quente!

Essa receita serve 2 pessoas.

I don’t really dig fashion. I never really understood the idea of someone who creates trends for other people. But I have to admit that when it comes to food, I’m always after the new thing. Perhaps because I’m not so creative as to keep coming up with something new out of thin air (or because I’m too lazy to invent the wheel again), I often search the web to see what is cool and new in the culinary world. And I don’t mean anything fancy, just what normal people have been cooking at home around the world :-) And of course, I try to add a personal touch or tips that I learn while making the dishes.

Vegetable crust pizza is one of these cooking trends. So many people try to lose weight or to eat less gluten for health reasons and using vegetables is a great option when you crave that delicious pizza. Cauliflower is a favorite and works really well.

I had some trouble with the base, which got stuck in the paper. The best thing to do is to extract most of the natural moist of the cauliflower, removing the water after cooking it (I learned that neat trick with iFOODreal).

I described a simple tomato and cheese topping, but feel free to use whatever you want! That is the best part!

I made a small pizza, but the ingredients in the list are enough for a medium one.

Ingredients:

  • 1 large cauliflower
  • 2 eggs
  • ½ cup of grated parmesan cheese
  • Oregano to taste
  • 1 pinch of salt
  • Tomato slices (or sauce)
  • 1 cup of grated mozzarella cheese

Turn the oven on at 180°C. Wash the cauliflower and cut it into medium pieces. Grind it using a blender or food processor, until the pieces are small as grains.

Take it to the oven on a baking tray for 15 minutes.

Remove it from the oven and dip it on a clean cheesecloth. Grab the tips and squeeze until all the water has drained (you may need to let it cool a little before starting). This is important so that the pizza won’t stick to the tray.

Cover a round baking tray with parchment paper and drizzle the paper with olive oil. Mix the cauliflower with the eggs, the parmesan cheese, oregano and pinch of salt. Spread the mixture on top of the paper, making the pizza crust. It should be about 6mm thick. Bake for about 20 minutes.

Take it out of the oven and cover it with mozzarella, tomato and a bit more of oregano. Bake for another 5 minutes or until the cheese has melted.

And it’s done! Eat it while it’s hot!

This recipe serves 2 people.

Galette de abóbora e queijo de cabra / Pumpkin and goat’s cheese galette

*Scroll down for the English version!

Eu nem sempre gostei de abóbora. Isso pode parecer um sacrilégio, especialmente vindo de uma vegetariana. Mas como eu já disse antes, isso tem muito a ver com a forma como o vegetal é cozido. Abobrinha derretida, beterraba cozida demais, e qualquer vegetal fervido até perder a cor e os nutrientes não agradam a ninguém. Pelo menos até onde eu entendo ;-)

Fui descobrir o potencial da abóbora depois de adulta. Nunca fui de recusar comida e sempre comi o que estava na mesa, mas comer com prazer mesmo, nem sempre. Mas hoje em dia, quando cozinho, as minhas formas favoritas são abóbora bem doce em alguma sobremesa, uma sopa bem saborosa ou se o prato é salgado, combinando com um queijo forte ou algo de sabor bem distinto.

Desafio os odiadores de abóbora a não gostar dessa torta. A canela e o açúcar ajudam a abóbora a caramelizar e ficar docinha e deliciosa. Ela praticamente derrete na sua boca. O queijo é intenso e salgado dando ao prato um contraste perfeito.

Aliás, é bom dizer que galette é simplesmente uma torta achatada e meio sem formato. Ela não é moldada por um recipiente, mas acompanha a forma feita a mão pela(o) cozinheira(o). A massa que eu usei é um tipo de “shortcrust” chamado Pâte Brisée. Ele leva bastante manteiga e fica crocante e muito saboroso depois de assado. Adaptei uma receita linda que achei no Savory Simple para fazer esse post.

Ingredientes para a massa:

  • 170g de farinha
  • ½ colher de chá de sal
  • 100g de manteiga congelada – picada em cubos
  • ¼ xícara de água fria

Ingredientes para o recheio:

  • ½ abóbora moranga
  • 1 cebola picada em cubinhos
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 1 pitada de canela
  • ½ xícara de queijo de cabra (qualquer tipo) – picado em cubinhos ou esfarelado
  • Azeite
  • Sal a gosto

Ligue o forno a 200°C.

Misture a farinha, manteiga e sal em um processador de alimentos ou mexa com as mãos, quebrando a manteiga. O resultado final parece com farelos de pão. Eu gosto de deixar a manteiga bem fria, para que ela mantenha a consistência na hora de assar. Normalmente pico em cubinhos e levo ao congelador um pouco antes de começar a fazer a massa.

Adicione a água até dar liga. Talvez você não precise de usar toda. Quando estiver homogênea, faça um disco com a massa, enrole em plástico-filme e leve à geladeira por pelo menos meia-hora.

Pique a abóbora em pedaços grandes, espalhe-a em um tabuleiro e regue com azeite. Coloque um pouco de sal e leve ao forno. Assim que estiver macia (aproximadamente 40 minutos), retire a abóbora do forno e com cuidado, remova e descarte a casca. Pique em cubinhos.

Doure a cebola com a manteiga em uma frigideira. Junte a abóbora, o açúcar e a canela. Cozinhe por alguns minutos mexendo bem, deixando a abóbora caramelizar no açúcar. Reserve.

Retire a massa da geladeira e abra com um rolo em uma superfície coberta com farinha até ficar fina. Faça um círculo de aproximadamente 30cm de diâmetro. Cubra um tabuleiro grande com papel manteiga e transfira a massa até ele. Caso ela esteja quebradiça, apoie-a no rolo e desenrole em cima do papel.

Espalhe a abóbora por cima, deixando uma borda de 5cm. Cubra a abóbora com o queijo de cabra.

Dobre o excesso de massa em direção ao centro, formando um círculo menor. Refrigere por 15 minutos.

Retire da geladeira e asse a 200°C por aproximadamente 45 minutos ou até a massa ficar firme. Deixe esfriar um pouco antes de partir. Prontinho!

Essa receita serve 4 a 6 pessoas.

I didn’t always like pumpkin. That might sound like a blasphemy, especially coming from a vegetarian. But as I’ve said before, this has a lot to do with how the vegetable is cooked. Mushy zucchini, overcooked beetroot or any other vegetable that is boiled until all color and nutrients are removed are not appealing to anyone. Well, as far as I know, of course ;-)

I found out the whole potential of pumpkin and squash as an adult. I never really said no to food and always ate whatever was on the table, but not always enjoying it. So nowadays, when I cook, I usually like some very sweet dessert dish, a rich soup or a savory recipe, which combines a strong cheese or another intense ingredient with the vegetable.

I challenge the pumpkin haters not to like this pie. The cinnamon and sugar help the pumpkin to caramelize and turn sweet and delicious. It practically melts in your mouth. The cheese is intense and salty and gives the dish a perfect contrast.

By the way, it’s good to clarify that a galette is basically a flat and free-form pie. It’s not molded by a recipient, but follows the shape made by hand by the cook. I used a type of shortcrust called Pâte Brisée. It takes a lot of butter and gets wonderfully flaky and full of flavor after baked. I adapted a beautiful recipe from Savory Simple to make this post. I used kabocha, a Japanese pumpkin or squash, but the original recipe calls for butternut squash. So feel free to choose!

Ingredients for the crust:

  • 170g of flour
  • ½ teaspoon of salt
  • 100g frozen butter – chopped into cubes
  • ¼ cup of cold water

Ingredients for the filling:

  • ½ kabocha pumpkin or 1 small butternut squash
  • 1 onion chopped finely
  • 2 tablespoons of butter
  • 2 tablespoons of brown sugar
  • 1 pinch of cinnamon
  • ½ cup of goat’s cheese – crumbled or chopped into pieces
  • Olive oil
  • Salt to taste

Turn the oven on at 200°C.

Mix the flour, butter and salt in a food processor or break the pieces of butter with your hands. I like using very cold butter, so that it holds its shape when baking. I usually chop it into cubes and freeze for a while before starting the pastry.

Add the water until you can make a ball with the dough. You might not need all of it. Once it’s smooth, make a disk with the dough, wrap it in cling film and take it to the fridge for at least half an hour.

Chop the pumpkin into large pieces, spread them on a large tray and drizzle with olive oil. Add a little salt and put it to the oven. Once it’s soft (after about 40 minutes), take it from the oven and carefully remove and discard the peel. Chop into small cubes.

Cook the onion with the butter on a frying pan. Once the onion has turned golden, add the pumpkin, sugar and cinnamon. Cook for a few minutes, stirring often. The sugar will help the pumpkin to caramelize. Set aside.

Remove the dough from the fridge and roll it until thin on a flour-covered surface. Make a circle of about 30cm of diameter. Cover a baking tray or sheet with parchment paper and transfer the dough onto it. In case it’s not very firm, use the rolling for support and unroll it on the paper.

Spread the pumpkin on top, leaving 5cm of dough on the outside with nothing on it. Cover the pumpkin with the goat’s cheese.

Fold the excess dough towards the center, forming a smaller circle. Refrigerate for 15 minutes.

Remove it from the fridge and bake at 200°C for about 45 minutes or until the pastry is firm. Let it cool for a while before cutting a slice. And it’s done!

This recipe serves 4 to 6 people.

Rösti de vegetais do Jamie / Jamie’s vegetable rösti

* Scroll down for the English version!

Já nem sei mais quantas receitas do Jamie Oliver eu postei no blog. Eu adoro aquele estilo bagunceiro e apaixonado de cozinhar e amo a simplicidade das receitas.

Rösti é coisa linda e eu já até publiquei outra receita antes. Mas essa é tão maravilhosa e um prato tão completo e balanceado (é uma refeição em si!), que eu não resisti o repeteco. E valeu à pena, ela é incrivelmente deliciosa! A combinação é incrível. Vegetais crocantes, ervilha docinha, espinafre fresco, ovo cremoso e queijo forte… Uma festa de sabores e texturas.

Mudei um pouco a quantidade dos ingredientes, porque achei que a parte da salada merecia uma atenção especial ;-)

Ingredientes:

  • 3 cenouras
  • 5 batatas
  • 4 ovos
  • 1 maço de espinafre
  • 500g de ervilha congelada
  • 1 colher de sopa de mostarda forte
  • 1 colher de chá de suco de limão (puro)
  • 100g de queijo feta
  • Azeite
  • Sal a gosto

Ligue o forno a 200°C. Unte uma forma média com azeite (a minha tinha aproximadamente 30cm por 20cm).

Lave e rale as cenouras e batatas. Coloque um pouco de sal e deixe descansar um pouco. Depois de alguns minutos, esprema os vegetais nas mãos, retirando a água. Vá colocando na forma, de forma a ocupar bem o fundo (confira o tempero antes de assar). Leve ao forno por aproximadamente 40’, até que a camada superior das batatas e cenouras fique crocante.

Ferva 3 copos de água e mergulhe as ervilhas. Deixe que aqueçam por 1 minuto e retire da água. Em uma vasilha, misture umas duas colheres de sopa de azeite, sal, suco de limão e a mostarda. Misture a ervilha e confira o tempero.

Lave o espinafre e separe as folhas boas (não recomendo usar os talos). Caso as folhas estejam grandes, corte em tiras. Junte com as ervilhas.

Cozinhe os ovos. O Jamie fez ovos pochê. Como ainda não aperfeiçoei a técnica, nem vou recomendar. É bem chatinho mesmo (detalhe para o ovo sem clara na foto! Rs). Acho que o melhor mesmo é fritar cada um e pronto.

Assim que a forma com os vegetais sair do forno, coloque as ervilhas e espinafre por cima, em montinhos. Espalhe os ovos e esfarele o queijo feta. Sirva imediatamente.

Essa receita alimenta 4 pessoas.


I don’t even know anymore how many recipes from Jamie Oliver I’ve posted on this blog. I love his messy and passionate style of cooking and also the simplicity of his recipes.

Rösti has a place in my heart. I’ve even published a recipe before. But this one is so amazing, the dish is so complete and balanced (it’s a meal on itself!), that I couldn’t resist repeating it. And it was worth it, it’s incredibly delicious! The combination of ingredients is incredible. Crunchy vegetables, sweet peas, fresh spinach, creamy eggs and strong cheese… A feast of flavors and textures.

I changed the amount of ingredients, because I thought the salad needed more attention ;-)

Ingredients:

  • 3 carrots
  • 5 potatoes
  • 4 eggs
  • 1 bunch of spinach
  • 500g of frozen peas
  • 1 tablespoon of strong mustard (I used whole grain)
  • 1 tablespoon of lime juice
  • 100g of feta cheese
  • Olive oil
  • Salt to taste

Turn the oven on at 200°C. Spread a little bit of olive oil on a medium sized baking tray (mine had about 30cm by 20cm).

Wash and grate the carrots and potatoes. Put a little bit of salt and let it rest for a while. After a few minutes, squeeze the vegetables in your hands, removing the water. Spread them in the tray, covering the bottom (check the seasoning before baking). Take it to the oven for about 40’, until the superior layer of potatoes and carrots is crunchy.

Boil 3 glasses of water and dip in the peas. Let them heat up for 1 minute and remove them from the water. On a bowl, mist two tablespoons of olive oil, some salt, lime juice and mustard. Mix in the peas and check the seasoning.

Wash the spinach and separate the good leaves (I didn’t use the stems). In case the leaves are too big, cut them into stripes. Stir in the bowl with the peas.

Cook the eggs. Jamie poaches them, but since I haven’t mastered the technique, I won’t even recommend doing it. It’s a bit tricky (see on the picture the yolk by itself? Shoot!). Next time I do this dish, I’ll just fry them. So that’s what I would tell you to do.

As soon as the vegetables are out of the oven, make little piles of peas and spinach on top. Scatter the eggs and crumble the feta. Serve immediately.

This recipe feeds about 4 people.